cria-se um blog porque --> término de uma relação
posta-se no blog porque --> aconteceu alguma coisa. (além da rotina)
--> costume
puxa... o que eu posso dizer?
...arght. escravos do sistema.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
sei lá, sei lá, a vida é uma doce ilusão
É errado, isso não dá pra negar. Estou errada, eu admito, mas o que eu vou fazer?
Sou meramente um reflexo pensante de uma podre sociedade. Eu e mais 6 bilhões.
Também não vou me despir de culpa, porém não há muito o que fazer. Realmente, não há nem o que falar. Agora é esperar pra ver no que vai dar.
Sou meramente um reflexo pensante de uma podre sociedade. Eu e mais 6 bilhões.
Também não vou me despir de culpa, porém não há muito o que fazer. Realmente, não há nem o que falar. Agora é esperar pra ver no que vai dar.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
conclusão
Afinal, por que o homem infiel conta para sua mulher que a traiu?
Ele está querendo ser honesto com ela?
Para começar, o homem é desonesto a partir do momento que trai a mulher, e não a partir de quando ele não conta sobre sua traição para ela; pois o casamento, acima de tudo, é um acordo em que ambos os lados aceitam alguns termos para poderem conviver dentro deste acordo (não que eu seja a favor do casamento; pode-se substituir a situação do casamento por qualquer outro tipo de relacionmento do gênero). Um desses termos é a fidelidade, e quebrar uma regra para fugir da rotina, satisfação pessoal ou qualquer outro motivo, pode ser considerado uma trapaça. Deste modo, o homem infiel burla as regras, automaticamente mentindo, no passado, ao aceitá-las.
Além disso, o homem é conciente de que, ao contar sobre sua traição, a mulher não vai ter uma reação positiva (a menos, claro, que o caso seja uma exceção, e não estou tratando de exceções nesse contexto). Então, ele cobre a verdade com o argumento da "honestidade"; a verdade é que o homem conta para aliviar o peso na conciência, que, como uma pia mal fechada, goteja 24h por dia em sua cabeça a sua traição. Mesmo sabendo que poderá ser punido pelo seu ato, ele conta, pois sente que merece uma punição com o objetivo de sentir-se livre da culpa.
Assim, o homem que trai e conta para sua companheira é duplamente culpado. Primeiro, por trair, e segundo, por não aguentar a agonia de ficar calado.
OBS.: Descrevi a situação com o homem sendo o vilão, porém as personagens podem ser trocadas de posição.
(Claro que escrevi o homem como vilão; sou do sexo feminino e prefiro ser a vítima. Óbvio, porque eu, como uma pessoa decente, não contaria se estivesse na situação do homem, e teria que aguentar o peso que cairia sobre minhas costas.)(Ou não).
Ele está querendo ser honesto com ela?
Para começar, o homem é desonesto a partir do momento que trai a mulher, e não a partir de quando ele não conta sobre sua traição para ela; pois o casamento, acima de tudo, é um acordo em que ambos os lados aceitam alguns termos para poderem conviver dentro deste acordo (não que eu seja a favor do casamento; pode-se substituir a situação do casamento por qualquer outro tipo de relacionmento do gênero). Um desses termos é a fidelidade, e quebrar uma regra para fugir da rotina, satisfação pessoal ou qualquer outro motivo, pode ser considerado uma trapaça. Deste modo, o homem infiel burla as regras, automaticamente mentindo, no passado, ao aceitá-las.
Além disso, o homem é conciente de que, ao contar sobre sua traição, a mulher não vai ter uma reação positiva (a menos, claro, que o caso seja uma exceção, e não estou tratando de exceções nesse contexto). Então, ele cobre a verdade com o argumento da "honestidade"; a verdade é que o homem conta para aliviar o peso na conciência, que, como uma pia mal fechada, goteja 24h por dia em sua cabeça a sua traição. Mesmo sabendo que poderá ser punido pelo seu ato, ele conta, pois sente que merece uma punição com o objetivo de sentir-se livre da culpa.
Assim, o homem que trai e conta para sua companheira é duplamente culpado. Primeiro, por trair, e segundo, por não aguentar a agonia de ficar calado.
OBS.: Descrevi a situação com o homem sendo o vilão, porém as personagens podem ser trocadas de posição.
(Claro que escrevi o homem como vilão; sou do sexo feminino e prefiro ser a vítima. Óbvio, porque eu, como uma pessoa decente, não contaria se estivesse na situação do homem, e teria que aguentar o peso que cairia sobre minhas costas.)(Ou não).
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
isso daqui é meu e não tem nada com você
antes de tudo, gostaria de dar um aviso para as possíveis pessoas que frequentam este local: não frequentem mais. eu sei que não tenho como controlar a vontade de vocês, mas cá entre nós, isso aqui não tem nada que lhes interesse. então se por favor vocês pudessem fazer a gentileza de não mais ler o que é postado aqui, eu agradeceria.
este blog tem fins pessoais para recordações futuras de minha ignorância e ingenuidade quando mais nova. não coloco em outro lugar pois aqui acomodei meu traseiro e acabou sendo confortável. não custa nada não ler.
enfim, vou ao que me interessa. vocês podem parar de ler por aqui.
Primeira parte
I. Inocência
II. Cheiro de terra molhada
III. Preenchimento
Segunda parte
I. Pés acorrentados
II. O início
III. Aqui jaz à mim e a todo o resto
IV. Todo o resto
V. Cérebro enrugado
(etc)
este blog tem fins pessoais para recordações futuras de minha ignorância e ingenuidade quando mais nova. não coloco em outro lugar pois aqui acomodei meu traseiro e acabou sendo confortável. não custa nada não ler.
enfim, vou ao que me interessa. vocês podem parar de ler por aqui.
Primeira parte
I. Inocência
II. Cheiro de terra molhada
III. Preenchimento
Segunda parte
I. Pés acorrentados
II. O início
III. Aqui jaz à mim e a todo o resto
IV. Todo o resto
V. Cérebro enrugado
(etc)
terça-feira, 10 de agosto de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
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